Oruvo

Governança de agentes de IA

Agentic Consequence Control Plane

Fica entre o agente de IA e o mundo real para decidir se uma ação pode ser executada, precisa de aprovação ou deve ser bloqueada.

EstadoProduto executável / caminho de piloto
ArquiteturaRealidade verificada → decisão → execução → resultado
RegimeEvidência antes de ação · humano no controle
ORUVO / PRODUCT SYSTEM

01 / Em 20 segundos

Fica entre o agente de IA e o mundo real para decidir se uma ação pode ser executada, precisa de aprovação ou deve ser bloqueada.

Um agente pode ter acesso à ferramenta certa e ainda executar a coisa errada. Permissão de API não prova que existe evidência, autoridade humana ou contexto suficiente para produzir aquela consequência.

Problema

Governança de agentes de IA

Um agente pode ter acesso à ferramenta certa e ainda executar a coisa errada. Permissão de API não prova que existe evidência, autoridade humana ou contexto suficiente para produzir aquela consequência.

Decisão

O que precisa mudar

Autonomia deixa de significar “o agente tem acesso” e passa a significar “o agente pode agir dentro de uma trajetória governada”.

Resultado

O que buscamos

Mais autonomia para agentes sem abrir mão de controle, autoridade, rastreabilidade e capacidade de veto.

Estado atual

O que existe hoje

Produto executável com caminho de piloto. O valor e a cobertura dependem da integração às ferramentas, políticas e autoridades do ambiente alvo.

02 / Antes e depois

A diferença aparece na decisão seguinte.

Sem Agentic Consequence Control Plane

Um agente pode ter acesso à ferramenta certa e ainda executar a coisa errada. Permissão de API não prova que existe evidência, autoridade humana ou contexto suficiente para produzir aquela consequência.

Com Agentic Consequence Control Plane

  • Recebe objetivo, escopo, estado, ferramentas, credenciais e políticas aplicáveis.
  • Avalia a trajetória proposta, a evidência disponível, os riscos e a autoridade necessária.
  • Libera, condiciona ou veta a ação antes que ela produza consequência real.
  • Verifica o resultado e registra o que o agente efetivamente alterou.

03 / O que entra

O produto precisa receber as partes da realidade que mudam a decisão.

Objetivo do agenteA mudança que o agente foi autorizado a perseguir.
FerramentasAPIs, sistemas e ações que o agente pode tentar usar.
CredenciaisQuais acessos existem e quais limites acompanham cada um.
Estado atualDados e contexto necessários para avaliar a trajetória proposta.
PolíticasRegras de negócio, segurança, privacidade e operação.
AprovaçõesQuando uma ação exige autoridade humana ou confirmação adicional.

O formato de entrada pode variar por cliente. Integração é meio; qualidade e origem da informação continuam explícitas.

04 / O que a Oruvo faz

A Oruvo transforma entrada fragmentada em um próximo movimento governado.

01

Etapa 1

Recebe objetivo, escopo, estado, ferramentas, credenciais e políticas aplicáveis.

02

Etapa 2

Avalia a trajetória proposta, a evidência disponível, os riscos e a autoridade necessária.

03

Etapa 3

Libera, condiciona ou veta a ação antes que ela produza consequência real.

04

Etapa 4

Verifica o resultado e registra o que o agente efetivamente alterou.

OBJETIVO01ESCOPO02TRAJETÓRIA03GATE04VERIFICAÇÃO05

05 / O que você recebe

A entrega precisa ser utilizável pela operação, não apenas legível.

Mais autonomia para agentes sem abrir mão de controle, autoridade, rastreabilidade e capacidade de veto.

Limites de escopo

Controle de ferramentas e credenciais

Checagem da trajetória

Veto antes da ação

Aprovação humana

Verificação da execução

06 / Exemplo de decisão

Como o produto muda uma decisão na prática.

EXEMPLO HIPOTÉTICO — SEM DADO DE CLIENTE

Um agente recebe a tarefa de resolver uma reclamação. Ele pode responder ao cliente e atualizar o CRM, mas tenta emitir um reembolso acima do limite autorizado. O Control Plane deixa as ações admissíveis seguirem e interrompe a consequência financeira até existir aprovação válida.

Autonomia deixa de significar “o agente tem acesso” e passa a significar “o agente pode agir dentro de uma trajetória governada”.

07 / Onde aparece resultado

Valor aparece quando a decisão altera uma consequência real.

Mais autonomia para agentes sem abrir mão de controle, autoridade, rastreabilidade e capacidade de veto.

Automação útilMais tarefas podem ser delegadas sem abrir mão de limites materiais.
Risco operacionalAções irreversíveis ou fora de escopo podem ser barradas antes da consequência.
AuditoriaFica claro o que o agente tentou, o que foi permitido e o que realmente mudou.

08 / Como começar

Não precisa começar grande. Precisa começar verificável.

Começar por um recorte real

Definimos objetivo, dados mínimos, decisão que precisa mudar e critério de resultado. Depois construímos o piloto no menor recorte capaz de provar ou refutar valor.

Maturidade atual

Produto executável com caminho de piloto. O valor e a cobertura dependem da integração às ferramentas, políticas e autoridades do ambiente alvo.

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Limites que permanecem

  • O agente não se autoautoriza.
  • Acesso à ferramenta não prova que a ação é admissível.
  • Execução não é sucesso até o resultado ser verificado.